Começando pelo primeiro passo

“Toda jornada começa pelo primeiro passo”, alguém, algum dia, disse.

E parece que é esse o caso aqui. Este é o primeiro post, o primeiro momento de parada filosófica, o primeiro formato de “conteúdo”, que trata do pensamento do processo criativo.

Pequenos elementos de plástico brilhoso em formato de casinhas estão empilhados uns sobre os outros formando um triângulo. sobre uma mesa clara. Algumas casas estão de ponta cabeça. Existem casas vermelhas, azuis e amarelas. Ao fundo há dois elementos do mesmo material em forma de pessoas. E há um pequeno elemento de papel quase fora da foto.

Um passo na jornada sem saber para onde ela vai nos levar, já que após o primeiro passo a jornada já se modificou. Cada passo é um registro.

O “primeiro passo” é um paralelo ao “melhor feito do que perfeito”, já que o foco está no possível e não no idealizado. O perfeito é inalcançável na criação, pois enquanto houver tempo, haverá o que se pode melhorar.

O possível é o que há de real, é entender que existe um objetivo. Mas ao mesmo tempo só temos controle do que fazemos e porquê fazemos.

Este “primeiro passo” é uma ação, um movimento, uma iteração.

É sair do lugar, e mudar a jornada.

E aprender a reconhecer que a jornada pode ter chegado ao fim.

(Tudo isso, por mais filosófico que seja, é uma perspectiva do desenvolvimento de “projetos possíveis”, onde temos um objetivo, mas o objetivo por si só não tem valor, ele apenas serve para levar ao fazer.)


Sobre

Objetivo: Publicação do primeiro post do rascunhando com uma visão leve e filosófica do processo criativo.

Escrito utilizando o Notion.so.
Texto distribuído no Medium e como um artigo no Linkedin.

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